quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Compartilhando uma delícia





Catupiry delicia
 
Retire o Catupiry da embalagem (aquela redonda, sabe?). Forre-o com orégano em toda a sua volta e na parte de cima também.
Coloque em um prato bonito, de sua escolha.
À parte, pique salsinha, quantidade suficiente para cobrir somente a parte de cima.
Fatie em lascas , mais ou menos 5 cabeças de alho e doure-o em azeite.
Ainda quente, jogue por cima da salsinha.
 
O catupiry fica todo coberto por esse alho.
Sirva com torradas.
 
Obs. Não faça essa receita, caso você queira impressionar em um primeiro encontro.
As razões são óbvias, né?


Desconheço o criador da receita!

Compartilhando dicas

* Se você quer realizar uma super festa,jantar, ou uma reunião entre amigos...experimente as delícias da gastronomia de Selmah Valiente. .

* Quer trabalhar suas emoçoes, conflitos e se conhecer um pouco mais ? Conheça Thiago Mendes, co-autor do livro "É possível amar duas pessoas ao mesmo tempo " ?

* Surpreenda-se com essa experiência: http://renatoconsoni.blogspot.com.br


Em breve, mais dicas!!!!!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Mudando para o Rio de Janeiro...

Oi...meu blog foi feito e hoje fiquei pensando o que escreveria, que experiência poderia compartilhar, ai me lembrei de quando me mudei para o Rio de Janeiro.... Foi no ano de 2000. A minha vida estava totalmente estruturada, minha filha numa escola boa, meu marido trabalhando e eu também. Aliás, eu trabalhava naquilo que realmente gostava, tudo corria estilo família feliz, até que vem a noticia... "Recebi uma proposta de promoção na Empresa, só que para isso, precisamos nos mudar de São Paulo e morar no Rio de Janeiro..." foi a bomba do ano!!!!!! E agora.... Tivemos várias conversas, discutimos os prós e os contras, coisa comum de se fazer numa situação dessas e , mesmo com toda minha resistência, decidimos que seria o melhor... Apesar de ter sido muito difícil pra mim, o meu maior problema era com minha filha que , com 7 anos, já adaptada na escola, com amigos , também sentiria com a mudança. Tentamos, na época, explicar-lhe a nossa decisão, já que não cabia a ela, decidir naquele momento. Partimos a procura de um lugar para morarmos, não tínhamos referência de nada, a não ser das reportagens que víamos na TV, nos apresentando um Rio de Janeiro, extremamente violento. Isso nos assustava, a mim principalmente, mas a decisão já havia sido tomada. Tudo resolvido, apartamento na Barra da Tijuca alugado (lá nos falaram que seria mais tranquilo) agora as providências: Pedir demissão do meu Emprego : Na época trabalhava na APAE de São Paulo e me identificava muito com o que fazia, adorava o meu trabalho. Estava num momento interessante, viajava muito, multiplicando as ações que desenvolvíamos e ministrando cursos. Deixar esse espaço, era como deixar um pouco de mim...Mas, foi esse mesmo trabalho que me impulsionou a levar adiante essa mudança. Não se trata de contradição. Atuava como psicóloga num grupo multidisciplinar, e tínhamos como função desenvolver ações que gerassem o fortalecimento, independência e auto gestão de famílias de pessoas com deficiências. Havia chegado o momento de transportar esse trabalho para a minha família e incorporá-lo. Procurar uma escola para Ana Flavia, minha filha, parecia outro tormento, mas pude contar com a ajuda da escola, que me indicou e orientou em relação às necessidades e potencialidades da minha filha, sugerindo o Colégio Faria de Brito, na própria Barra da Tijuca . Recebi nesse momento, muito carinho e pude perceber o quanto éramos queridos no Colégio Magno.. as coisas estavam se tornando mais tranquilas, ou minha ansiedade parecia estar sob controle. Algumas "festinhas" de despedida foram organizadas, no condomínio onde morávamos, na escola, no trabalho e toda choradeira e insegurança apareciam nesses momentos...Apesar, dos mais variados sentimentos estarem presentes, a maioria deles, negativos em relação a mudança, alguns poucos planos começavam a ser feitos. Apartamento alugado, com muita dificuldade, pois algumas diferenças culturais começavam a ser evidentes. Optamos por morar num condomínio de prédios , pois acreditávamos que assim, a nossa filha poderia ter mais facilidade em conhecer novos amigos. Fato, que posteriormente, percebemos, não ser real. O apartamento que escolhemos, era bem maior e melhor do que tínhamos em São Paulo, o que já nos indicava, que pelo menos , teríamos um padrão de vida melhor. Minha mãe, que até então cuidava da Ana Flavia, durante minhas ausências , foi "transferida" pro Rio também, o que nos ajudou muito. Mudamos para a Cidade Maravilhosa, no final do ano, bem próximo ao Natal e na mesma semana que estávamos lá, já recebemos familiares e amigos em nossa casa. Tudo estava correndo bem, aqueles sentimentos e fantasias que tinha , aos poucos foram se diluindo e a nova realidade foi sendo incorporada. Inicialmente, tudo era festa : ir a praia, olhar o mar todos os dias, caminhar, tomar água de coco na orla, tudo sem trânsito e me parecendo seguro. A mudança parecia ter sido a melhor decisão, e foi! Nem tudo foi mil maravilhas, tivemos muitos problemas na nova cidade, aquela rixa entre São Paulo e Rio de Janeiro, extrapolavam o Estádio de Futebol, começava a me achar uma estranha no ninho , o melhor lugar da cidade parecia ser o Aeroporto, que me traria de volta a minha cidade natal. As aulas começaram, a rotina se estabeleceu, não conhecíamos ninguém, as adaptações foram feitas, e acreditem, apesar do Rio de Janeiro estar a poucos quilômetros de distância de São Paulo, pudemos sentir a diferença cultural entre as cidades , o que certamente nos enriqueceu. Ora, nos proporcionando o reconhecimento de pontos positivos de nossa cidade, ora aprendendo a conviver com novas situações. Passamos quase quatro anos no Rio, conhecemos pessoas maravilhosas, que se tornaram, pessoas da família. Nos deparamos com pessoas que nos rejeitavam, pelo simples fato de sermos "paulistas". Aprendemos a ser mais light com as coisas, incorporamos um pouco do jeito" carioca "de ser. Saiamos com mais frequência, estávamos sempre cercados por amigos e familiares , conheci pratos deliciosos, e o feijão preto, passou a ser o nosso feijão. Já sabia andar pela cidade, conhecia os lugares mais perigosos, portanto, que precisavam ser evitados, a Ana Flavia já tinha amigos na escola ( isso será outro tema, pra ela, as coisas não fluíram bem, na verdade a experiência foi péssima), meu marido estava enfrentando problemas no trabalho, mas isso já era algo assimilado e previsto. Tudo perfeito e parecendo ter valido a pena. Mas, pra que dizer tudo isso, contar um pouco dessa história ...simplesmente pra compartilhar uma experiência. Para poder dizer..."que tudo vale a pena, quando a alma não é pequena...foi com a alma aberta, que fomos pra lá, que buscamos transformar o desconhecido , num amigo, que tentamos buscar o que tínhamos de mais real e sólido naquele momento, a nossa família. Que podemos ousar, arriscar e viver algo diferente... Que somos capazes de nos adaptar... Que precisamos e podemos trabalhar os nossos preconceitos... Que a vida não é feita de momentos felizes, mas que as dificuldades, podem nos levar a ela.... Que a noite frenética de São Paulo faz falta, mas que o dia de sol na praia, é muito reconfortante... Que escolhas são necessárias e o que fazemos delas é nossa responsabilidade. Que lancheira, é merendeira... Que coxão mole , é coxão de dentro (ou fora, nunca lembro...) Que sorvete de palito, é picolé... Que joelho, é um sanduiche delicioso! Que ....se alguém estiver nessa situação agora e quiser bater um papinho, estou por aqui.

domingo, 16 de setembro de 2012

Até que enfim consegui realizar mais um desejo: a construção deste Blog!

Compartilhei a experiência de minha amiga , irmã e companheira eterna Débora.

Pra vc Dé, meu muito obrigada, mas tenha certeza que isso é só o começo... rs

Frases que marcam...

* Que os sonhos retidos na sua memória lhe sirvam de inspiração, na busca da felicidade...
(Desconheço o autor)


* A prática é o critério da verdade! (Desconheço o autor)
 Aprendi com você, Selma Amaral!





Amor, emoção e superação...



Compartilhando um texto do meu amado Jabor...



A IDIOTICE É VITAL PARA A FELICIDADE

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, pq fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em vc. Ignore o que o boçal do seu chefe disse.

Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente é ele, pobre dele! Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausencia de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e ponto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselhos para tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

Hahahaha. Alguem que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Qto tempo faz que vc não vai ao cinema? É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E dai, o que elas farão se já não têm pq se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Vc quer? espero que não. Tudo o que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura, piora se for densa. Dura, densa e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu? esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteiras, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.

Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração! Alias, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? "a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios" "por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche".



Arnaldo Jabor